Controles financeiros e gestão financeiras são dois assuntos que estão intimamente ligados, um não vive sem o outro. Sem os controles não há gestão e sem a gestão não existiriam os controles. Então, quem nasceu primeiro os controles ou a gestão?

 

 

Em uma empresa onde não há gestão financeira eficiente e atuante não existem controles financeiros adequados, as vezes nem os mínimos, portanto é fácil dizer quem nasceu primeiro.

A consciência e aplicabilidade da gestão financeira é que geram a necessidade de controles como:

Fluxo de caixa.

Acompanhamento da evolução dos estoques

Apurações de resultados.

Controles e acompanhamento de custos.

Formação de preços.

Carga tributária.

Verbas e orçamentos

E tantos outros.

 

Os controles são as ferramentas utilizadas para fazer a gestão, são eles que geram informações que nortearão as tomadas de decisões, que vão desde admissão ou demissão de colaboradores até abertura de novos mercados, aumento da linha de produtos, alteração do processo fabril visando redução de custos chegando a contribuir, inclusive, na definição das estratégias tributárias.

 

 

 

Desse modo os controles alimentam a gestão e são retroalimentados por ela, através dos resultados das ações diárias.

Para que se faça uma boa gestão financeira em qualquer empresa é primordial que seja analisado muito mais que somente o fluxo de caixa.

É muito comum empresas usarem o fluxo de caixa como única bússola, entretanto essa ferramenta demonstra somente a liquidez da organização, para saber a rentabilidade é prioritário ter a DRE (Demonstração de Resultados do Exercício).

 

Porém, ter a DRE e não ter controle dos estoques poderá causar confusão e induzir o gestor ao erro, nem sempre o resultado da DRE está no caixa, portanto verificar que a empresa gerou lucro em determinado período de tempo não legitima assumir compromissos ou fazer distribuição desses lucros.

 

A gestão financeira deveria ser um dos pontos de maior foco nas empresas, contudo o que ocorre, é que ficam todos preocupados com as vendas, com as entregas dos serviços sem avaliar quais os são resultados obtidos.

Frequentemente vemos empresários felizes porque faturaram bem ou bateram as metas em determinado mês, mas o que isso significa sem saber se houve lucro ou não? Tratamos disso no texto sobre Lucro que está no nosso blog.

A gestão financeira eficaz se apropria dos mais diversos controles, e através deles cria índices de acompanhamento que apontarão quando algo  não está saindo de acordo com o planejado.

Além disso, envolve todas as áreas da empresa determinando metas a serem alcançadas e atribuindo aos gestores o papel de guardiães de todos os pilares que dão sustentação para que elas sejam atingidas.

E por fim, ela é exercida por profissional capacitado para tanto, mas jamais será bem sucedida sem que haja o comprometimento de toda a organização e sem que existam controles que transformem em números e resultados as decisões tomadas ao longo de um período.

A medida que o cenário do business evolui e que seus players se tornam mais fortes, se faz necessário ainda mais precisão e rigidez com assuntos econômicos e financeiros.

Já faz tempo, as decisões não podem mais ser tomadas por feeling ou experiência passada, elas devem estar embasadas em apurações e informações que as sustentem.

Ter uma operação ativa sem saber o resultado que ela gera deveria estar na bíblia como um dos pecados capitais. Uma operação deficitária causa estragos visíveis e invisíveis como desmotivação da equipe, desgaste com o mercado, vulnerabilidade do caixa entre outros.

 

Se você leu tudo isso e chegou à conclusão que não tem controles e nem gestão financeira, arregace as mangas e escolha uma das opções:

 

1 – Faça você mesmo, se tiver adquirido conhecimento para isso.

2 – Procure um profissional especialista. Em muito casos esse profissional “se paga” através das atitudes implementadas.

E o mais importante, nunca esqueça que em ambos os casos um bom software é imprescindível.

 

 

 

Ilude-se o gestor que acredita ser possível fazer tudo em planilhas de Excel, elas podem servir como ferramenta de apoio, jamais como ferramenta de gestão.

 

 

Ose Fernandes

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