O maior desafio da confecção moderna é ser eficiente e manter o lucro ao mesmo tempo.

 

Tempos de alta concorrência,  as confecções devem ser competitivas, e altamente eficiente, mas como está difícil atingir esse objetivo, com margens de lucro tão apertadas.  E a cada aperto que o cliente impõe, lá vai o gestor cortar uma despesa para compensar.

 

Inicialmente o raciocínio está certo: quando lucro menos, gasto menos, certo?
Errado! Já dizia um velho mestre: despesa e unha, devemos cuidar semanalmente, caso contrário elas crescem de forma desordenada.

 

Vejam bem, rever despesas não significa necessariamente cortar custos, mas avaliar se cada tarefa, poderia ser feita de forma mais eficiente e como.

 

Um processo melhor ajustado em um departamento, poderia servir de controle para outro? Um lançamento de um documento, em um setor operacional, não poderia já alimentar uma informação estratégica?

Algumas customizações no software da empresa, ou a criação de uma ferramenta exclusiva não poderá automatizar processos humanos, que custam horas de trabalhos de funcionários contratados?

Quanto se pode economizar, automatizando processos?
Quanto se pode aumentar o lucro, evitando retrabalhos?

 

A grande sacada não está só em trazer para a empresa o software mais adequado, mas principalmente elevar o padrão dos profissionais que farão parte da equipe.

 

Investir na capacitação da equipe de trabalho, pode elevar a qualidade do time, reduzindo erros e retrabalhos além, é claro, de toda todos os avanços que um profissional de excelência pode promover e cada vez mais as empresas migram para esse modelo, onde os times são formados 60% por tecnologia (Softwares de Gestão, BI, Apps) e 40% de pessoas.

 

Em um primeiro momento, parece que a empresa está indo na contramão, já que time melhor é igual a folha de pagamento mais alta, porém a troca de dois contratados medianos por um de alta performance, mantém a folha mas reduz todos os outros custos, como benefícios, equipamentos etc. e o aumento de eficiência vira lucro direto.

 

Então, senhores e senhoras empresárias, revejam seus custos, mas antes de mais nada, revejam seus conceitos sobre o que é custo, o que é investimento e o que é prejuízo de gestão, pois nem sempre o aumento de lucro vem do aumento de preços.

 

 

Mirtis Fernandes